Modelo físico usado:
condução térmica em uma barra homogênea, isotrópica, com propriedades constantes no intervalo de temperatura escolhido. A simulação resolve a equação do calor 1D e atualiza o campo T(x,t) a cada quadro.
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Regime transiente:
a distribuição inicial T(x,0) evolui até o perfil estacionário ou até o estado compatível com a condição de contorno.
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Conservação e fronteiras:
energia entra ou sai pelas extremidades quando elas são mantidas em temperatura fixa. No contorno isolado, o gradiente na ponta é forçado a zero.
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Escala visual:
a cor é mapa de câmera térmica; ela representa temperatura calculada, não a cor óptica real do material.
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Domínio de validade:
1D, sem convecção, sem radiação térmica, sem mudança de fase e sem variação de k, ρ ou cₚ com T.
Validação:
aguardando parâmetros.
Leitura correta da simulação:
materiais com alta difusividade α respondem rapidamente ao aquecimento, enquanto materiais com baixa α mantêm gradientes por mais tempo. A intensidade do fluxo estacionário é proporcional à condutividade k, à área A e à diferença de temperatura, e inversamente proporcional ao comprimento L.
t
difusão
≈ L²/(π²α)
Estimativa da escala de tempo para o modo térmico dominante se dissipar em uma barra com extremidades fixas.
Como usar em aula:
compare cobre e madeira mantendo os mesmos T
L
, T
R
e L. O cobre terá fluxo muito maior e estabilizará mais rápido. Isso aparece simultaneamente no mapa térmico e no gráfico T(x,t).